quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Novembro

Asteroide de 400 metros de diâmetro passa raspando pela Terra
quarta-feira, 9 de novembro de 2011 10:23 BRST

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Por Irene Klotz
CABO CANAVERAL, Estados Unidos (Reuters) - Um asteroide preto, do tamanho de um porta-aviões, passou perto da Terra na terça-feira, para alegria dos astrônomos interessados em descobrir sua composição e origem.
O 2005 YU 55, com 400 metros de diâmetro, é o maior asteroide a passar perto da Terra desde 1976. Às 21h28 de terça-feira (hora de Brasília), ele chegou a cerca de 322 mil quilômetros da Terra, ou seja, dentro da órbita da Lua. Apesar da proximidade, o asteroide não representou uma ameaça ao planeta.
Milhares de astrônomos profissionais e amadores voltaram seus telescópios para esse corpo celeste, que só foi visível no Hemisfério Norte.
"Foi bastante fácil de encontrar", disse à Reuters Ronald Dantowitz, diretor do Observatório do Centro Clay, um instituto astronômico estudantil de Brookline, Massachusetts. "Ele está se movendo de forma diferente das estrelas. Parece uma rocha gigante flutuando pelo espaço."
O YU 55 passou pelos arredores da Terra a 48 mil quilômetros por hora. Os astrônomos acreditam que há milênios o asteroide visite o nosso planeta. É possível que ele tenha sido "cutucado" pela gravidade de Júpiter para fora do Cinturão de Asteroides que existe além de Marte.
Os modelos informatizados usados pela Nasa indicam que não há chance de colisão do YU 55 com a Terra ou com a Lua nos próximos cem anos. Depois disso, não há previsão exata, mas os cientistas acreditam que ele continuará não sendo uma ameaça.
Os astrônomos buscam nos asteroides pistas para a formação do Sistema Solar. O fato de um deles passar tão perto da Terra permite economizar milhões de dólares e anos de trabalho que seriam necessários para o envio de uma sonda.
Acredita-se que o YU 55 seja um asteroide do tipo mais comum, rico em carbono, só que maior que a média. Suas antiquíssimas rochas podem conter água, metais e outros materiais eventualmente úteis para exploradores espaciais do futuro.
Atualmente, a Nasa planeja uma missão tripulada a um asteroide, com a meta de realizá-la em 2025.

Se um meteoro atingisse a Terra, dependendo de sua escala e matasse todos os animas , toda a vida morreria, pois as plantas sobreviventes não realizariam fotossíntese e se as plantas morressem, os animais morreriam pela falta de oxigênio.
Contaminação do Mediterrâneo por metais pesados começou há 2800 anos16.11.2011
PÚBLICO

O ser humano começou a contaminar o mar Mediterrâneo com metais pesados há 2800 anos, revela uma investigação dirigida pelo Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) de Espanha.
A equipa de investigadores liderada por Miguel Ángel Mateo, do CSIC, analisou os sedimentos acumulados no fundo do mar na baía de Port Lligat, em Girona, Catalunha. Mais concretamente nas pradarias de Posidonia oceanica, planta marinha que cobre 69% dos fundos da baía e se estende por 94.315 metros quadrados.

Na análise dos sedimentos, que atingem os cinco metros de espessura e reflectem 4500 anos de história, os investigadores descobriram “indícios do desenvolvimento mineiro, metalúrgico, cultural e tecnológico das civilizações dos períodos grego e romano”, diz o CSIC em comunicado. A concentração de metais começou a aumentar há 2800 anos. Depois, há 2500 anos, ocorreu uma subida nas quantidades de zinco, chumbo, cádmio, cobre, arsénio e ferro, especialmente durante o período romano.

“Ao longo dos últimos 1200 anos, o Mediterrâneo registou um aumento gradual da presença de metais, que se acelerou de forma notável nos últimos 350 anos, a partir da Revolução Industrial”, acrescenta o CSIC. Nesta época aumentaram o zinco, arsénio e chumbo.

O investigador daquele centro, Óscar Serrano, considerou que as plantas marinhas do fundo do Mediterrâneo “são um registo privilegiado para a reconstrução do passado na costa mediterrânea, uma área especialmente exposta às perturbações naturais e antropogénicas”. Além disso são “um grande filtro para a poluição na primeira linha de costa”.

Os resultados da investigação foram publicados na revista “Science of the Total Environment”.
Nós devemos cuidar dos mar, rios, oceanos, etc, pois eles carregam algo que nos dá vida: a água que se continuarem assim, não haverá mais.

Gases do efeito estufa alcançam nível recorde, diz ONU

segunda-feira, 21 de novembro de 2011 17:25 BRST

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Por Tom Miles
GENEBRA (Reuters) - A concentração dos três principais gases de efeito estufa que causam o aquecimento global chegou a um nível recorde e eles vão permanecer na atmosfera pela próximas décadas, mesmo que o mundo parasse com as emissões hoje, alertou a agência meteorológica da Organização das Nações Unidas nesta segunda-feira.
Em seu Boletim sobre os Gases de Efeito Estufa, de periodicidade anual, a Organização Meteorológica Mundial informou que dióxido de carbono, metano e óxido nitroso estavam agora mais predominantes na atmosfera do que em qualquer outro momento desde a Revolução Industrial.
O efeito de aquecimento causado pelos gases de efeito estufa -- o montante líquido de radiação entrando na atmosfera -- aumentou em 29 por cento desde 1990 e em 1,4 por cento de 2009 a 2010, último ano para o qual há dados disponíveis, disse a agência.
Na semana passada, cientistas da ONU afirmaram que o século atual ainda terá ondas de calor mais intensas, secas, inundações e tempestades maiores por causa do aquecimento global.
O relatório da agência mede a quantidade total de gases de efeito estufa na atmosfera, com base em estações de monitoramento em mais de 50 países. Foram consideradas as emissões e processos de absorção naturais -- chamados "fontes e sumidouros" -- bem como as emissões causadas pela atividade humana.
O dióxido de carbono, responsável por 80 por cento do efeito do aquecimento global ao longo das últimas duas décadas, tem aumentado rapidamente com o uso de combustíveis fósseis. Mas quase a metade do dióxido de carbono provocado pelo uso de combustíveis fósseis desde 1958 foi removida pelos oceanos e plantas em solo, disse o relatório.
O segundo mais importante gás de efeito estufa, o metano, vem aumentando nos últimos cinco anos após ter ficado estabilizado entre 2000 e 2006, por razões que não são totalmente compreendidas.
O terceiro maior gás de efeito estufa é o óxido nitroso, que pode reter quase 300 vezes mais calor que o dióxido de carbono. Sua principal fonte humana é o uso de fertilizantes baseados em nitrogênio, que, segundo o relatório, "afetaram profundamente o ciclo mundial do nitrogênio".
O impacto do uso de fertilizantes é tão marcante que mais óxido nitroso é detectado no hemisfério norte, onde é maior o uso de fertilizantes.
O relatório da semana passada dos cientistas da ONU insistiu que os países elaborem planos de gestão de desastres por causa da ameaça do aquecimento global.
No entanto, os dados da agência de meteorologia não mostraram nenhuma pausa no aumento dos gases de efeito estufa, e os autores do relatório disseram que é preciso fazer mais pesquisas para ajudar a entender quais políticas teriam mais efeito.
Até agora, o impacto discernível mais claro de uma decisão política foi a diminuição nos clorofluorcarbonetos, ou CFCs, que foram banidos porque causaram destruição da camada de ozônio.
Mas os HFCs, os químicos que substituíram os CFCs, também são gases de efeito estufa e sua abundância na atmosfera, embora ainda pequena, está agora aumentando a um ritmo rápido.
Com o efeito estufa o planeta fica mais quente, matando muitas pessoas pelo seca dos rios, e ainda põe em risco o equilíbrio ecológico.


TepCo não considerou "realista" possibilidade de tsunami de grande dimensão em Fukushima

publicado 07:50 28 novembro '11

A Tokyo Electric Power (TepCo), operadora da central nuclear de Fukushima, considerou, em 2008, "não ser realista" a possibilidade de um tsunami com mais de dez metros atingir a infraestrutura e descartou melhorar a proteção, informou hoje a agência Kyodo.

TepCo não considerou "realista" possibilidade de tsunami de grande dimensão em Fukushima
Um departamento interno elaborou, há três anos, um estudo de proteção em que levantou a hipótese de um tsunami de 10,2 metros vir a afetar a central nuclear, desenhada na década de 1970 para resistir a ondas até 5,7 metros.
De acordo com a Kyodo, que cita fonte da TepCo, os responsáveis do departamento de supervisão nuclear insistiram, na altura, que o risco de um tsunami de mais de dez metros não era realista e negaram a necessidade de introduzir melhorias imediatas com vista a proteger a central.
A 11 de março, ondas até 15 metros provocadas pelo sismo de magnitude 9 na escala de Richter atingiram a central, paralisando os sistemas de refrigeração dos reatores.
Um porta-voz da TepCo indicou que a elétrica pretendia utilizar as conclusões do estudo para melhorar a gestão das instalações depois de as estimativas que continha serem revistas por uma sociedade nacional de engenharia.
O acidente de Fukushima é o mais grave desde o de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, tendo forçado à retirada de cerca de 160 mil pessoas.
O Japão deve se cuidar com o que fazem, já estão em alto risco biológicom, e se vir mais um tsnunami pode acabar com mais vidas da região abalando eles mesmos ou ainda o equilibrio ecológico.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

outubro

Japão vai voltar à Antárctida para caçar baleias, agora com escolta
04.10.2011
Helena Geraldes

O Japão anunciou hoje que vai regressar às águas da Antárctida, a partir de Dezembro, para caçar baleias. Mas desta vez, a frota baleeira terá uma escolta nipónica para a proteger dos navios ecologistas da Sea Shepherd.
A notícia foi dada em conferência de imprensa pelo ministro japonês das Pescas, Michihiko Kano, segundo o qual um navio patrulha da Agência de Pescas nipónica vai acompanhar a frota baleeira. Desta vez, a caça à baleia “será realizada com maior protecção contra obstruções”, citou a estação de televisão japonesa, NHK.

Nos últimos anos, a caça à baleia tem vindo a tornar-se mais tensa por causa dos confrontos entre caçadores e ecologistas. No ano passado, em Fevereiro, as perturbações nas águas da Antárctida terão levado, pela primeira vez, Tóquio a suspender a sua campanha na Antárctida. O Sea Shepherd mobilizou várias embarcações para seguir a frota japonesa, utilizando cordas para bloquear as hélices dos navios nipónicos e colocando-se entre estes e as baleias. A organização garante ter conseguido evitar a morte de 800 animais.

Pouco depois, o Japão anunciou que iria ponderar o fim da caça “científica” à baleia, uma prática tolerada pela Comissão Baleeira Internacional, que proíbe desde 1986 a caça comercial aos cetáceos. Os países defensores das baleias e ambientalistas denunciam esta prática como uma caça comercial disfarçada.

Mas hoje, o ministro japonês acabou com as dúvidas e afirmou que o seu objectivo é conseguir a retoma da caça comercial e que, por isso, precisa continuar a investigação científica na Antárctida.

Por seu lado, a Sea Shepherd criticou a decisão do Governo japonês e disse que este ano vai reforçar os meios para travar a frota nipónica, com a operação “Operation Divine Wind”. No âmbito desta operação, serão mobilizados cem activistas voluntários para a Antárctida.

Paul Watson, o responsável da Sea Shepherd, acusa o Japão de “estar, simplesmente, obcecado por matar baleias não por necessidade mas por lucro, porque acredita que tem o direito de fazer aquilo que quer num santuário para baleias, reconhecido internacionalmente, apenas para defender a sua honra”.
A caça a baleia deve ser evitada pois isso a levará a extinção e com isso fará grande falta no mundo e o Japão sofrerá com a Greenpeace.

Ações humanas podem provocar terremotos, diz pesquisador
DO "NEW YORK TIMES"

Não são somente as forças da Natureza que provocam terremotos. Há mais de meio século que projetos de engenharia vêm provocando terremotos, e a ocorrência é muito mais comum do que se pensa. A afirmação é do professor e pesquisador do Observatório Terrestre Lamont-Doherty, de Nova York, Leonardo Seeber.

Alguns dos sismos geraram catástrofes como o ocorrido em 1967, que estava associado à construção da represa de Koyna, na Índia, comenta Seeber. "Sem dúvida, este e muitos outros terremotos foram desencadeados pela ação humana."


Estrada danificada por sismo no Japão, neste ano; terremoto pode ser provocado pela ação humana na Natureza

O pesquisador lembra que normalmente não é fácil diferenciá-los dos desastres naturais. "Os representantes das empresas responsáveis geralmente se recusam a admitir a responsabilidade e dificultam a obtenção de dados que comprovem essa influência'', afirma.

Até um pequeno aumento de pressão pode levar à ruptura de uma falha geológica, diz Seeber, e os seres humanos tendem a causar esse aumento de duas formas: alterando a pressão sobre a crosta, geralmente com a construção de lagos artificiais, que tornam a pressão maior, e com a exploração de pedreiras e campos petrolíferos, que a diminuem.

Seeber diz que é improvável que o processo de fratura hidráulica, que usa um grande volume de água, areia e substancias químicas para liberar gás natural de rochas compactas, desencadeie terremotos.
Sempre devemos cuidar o planeta, principalmente agora que eles podem causar terremotos e não deixar acontecer o que aconteceu no japão.
Greenpeace pede reforço da segurança alimentar devido a radiação de Fukushima
20 | 10 | 2011   08.52H
A Greenpeace pediu hoje ao governo japonês para reforçar os controlos da radioatividade sobre o peixe e marisco, depois de ter detectado baixos níveis de radiação em mais de 30 produtos comprados em supermercados de Tóquio e do nordeste do país.
Destak/Lusa | destak@destak.pt
A organização ambientalista afirmou que testou 60 peixes e mariscos e detectou césio 134 e 137 em 34 deles, admitindo tratar-se de uma consequência do desastre nuclear causado pelo terramoto e tsunami de 11 de março.
"Embora o conteúdo encontrado nas amostras esteja bastante abaixo do limite de 500 becqueréis por quilograma definido pelas autoridades japonesas, estes produtos representam, apesar de tudo, um risco para a saúde, especialmente para mulheres grávidas e crianças" disse Wakao Hanaoka, um ativista da Greenpeace Japão.
As autoridades japonesas afirmaram que os produtos alimentares em causa não apresentam riscos para a saúde.
Os japoneses devem cuidar sua alimentação, pois podem pegar uma radiação sem que saibam e isso pode levar a um grande desastre.

Genéricos: Variações nas substâncias e impurezas do medicamento podem pôr em risco saúde dos doentes - bastonário

Descrição: Pub
Lisboa, 26 out (Lusa) -- O bastonário da Ordem dos Médicos (OM) manifestou-se hoje contra a troca de genéricos nas farmácias, alertando que estes medicamentos têm diferentes substâncias e impurezas que podem por em risco a saúde dos doentes.
Cumprindo a lei "os genéricos com o mesmo princípio ativo podem ter variabilidades grandes entre si", afirmou José Manuel Silva, comentando a proposta de lei do Governo de prescrição por Denominação Comum Internacional (DCI) que será votada sexta-feira no Parlamento
Segundo o bastonário, "os genéricos podem não ser bioequivalentes entre si: têm diferentes métodos de fabrico, têm diferentes excipientes [substâncias sem atividade terapêutica], têm diferentes impurezas e por isso muitos doentes sentem o efeito dessas modificações".
Devemos tomar cuidados ao tomar remédios, pois eles nos causam vários problemas , também como mostra a reportagem e isso pode até tirar a vida de alguem em vez de salvar.
Alta Floresta: Suspeita de vírus tipo 4 preocupa
Início do período chuvoso vem acompanhado de preocupações junto a Vigilância Ambiental, o controle de endemias no município de Alta Floresta, no Norte de Mato Grosso. M medo se deve a suspeita da existência do vírus 4 da dengue. Para identificação do transmissor, uma pesquisa teve inicio esta semana no município. “É uma pesquisa pra saber que tipo de vírus esta circulando na nossa cidade, principalmente o vírus da dengue, nós temos o vírus 1, vírus 2, vírus 3 e o vírus 4, principalmente pra saber se o vírus 4 esta na região. As pessoas que tem os sintomas da dengue, ao chegar na unidade de saúde o medico vai estar encaminhando para fazer o isolamento viral”, falou o coordenador do programa.

A pesquisa esta sendo realizada nos sete municípios que compões a região, segundo José Aparecido, não há relatos do vírus 4 na região, mas há motivos para se preocupar, “Porque a nossa população ainda não esta imune a esse vírus, é um vírus novo pra nossa realidade hoje, é um vírus antigo, mas na nossa cidade ele é novo, então se tiver alguém aqui com esse tipo de vírus, pode ter uma grande parte da população doente, essa é a preocupação”.

Há um alto índice de focos de larva no município, porem em relação ao ano anterior, houve uma redução, “Desde o inicio do ano, ate agora, nós tivemos 207 notificações de casos suspeitos de dengue, desses 207 nós coletamos amostra de uma media de 50 pessoas e foram enviados ao MT Laboratório, e destas nós tivemos somente 7 positivas”, frisou José Aparecido.

“Nós temos setores em nossa cidade que estão com o índice bastante alto, Boa Nova, Bom Jesus, setor RI e o setor A, então são setores que está bastante alto a infestação do mosquito”, relata o coordenador, pedindo a conscientização da população, “Esse trabalho é constante e continuo, então não tem como só o nosso agente estar trabalhando essa questão, tem que ser uma força de todas as pessoas porque a dengue ataca todos”. (24horasnews)
A dengue é um problema sério a ser tratado e agora com um novo virus as pessoas devem ter mais cuidados para não se contaminarem.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Setembro

Semana 1
Apicultores queixam-se a tribunal europeu que o seu mel foi contaminado com OGM


Apicultores da Baviera, Alemanha, queixaram-se ao Tribunal Europeu de Justiça que o seu mel foi contaminado por um campo de milho transgénico vizinho. Ontem, o tribunal decidiu a seu favor, abrindo caminho para o pedido de compensações.
As colmeias situam-se a 500 metros de um campo de ensaio de milho transgénico MON810 da Monsanto e, segundo os apicultores, o mel apresentava vestígios de pólen OGM (organismos geneticamente modificados). Por isso, o mel não pôde ser vendido, razão pela qual os apicultores pedem uma indemnização ao governo da Baviera.

Segundo a decisão do Tribunal de Justiça Europeu, mesmo que não intencionalmente, se o mel tiver vestígios de OGM deve ser rotulado como tal. Esta decisão poderá abrir caminho para o pedido de compensações a empresas de biotecnologia ou aos governos que autorizam os campos de ensaio.

Um porta-voz da União Europeia, citado pelo site Euractiv, comentou que a decisão do tribunal poderá afectar as importações de mel de países como a Argentina, onde as culturas transgénicas estão muito desenvolvidas. Actualmente, a União Europeia produz por ano 200 mil toneladas de mel e precisa importar mais 140 mil toneladas, lembra o jornal “The Guardian”.

A multinacional Monsanto garante que não há razões para preocupações, em relação ao milho MON810, aprovado para cultivo na UE em 1998.

Organizações não governamentais de Ambiente e o partido Os Verdes no Parlamento Europeu já saudaram a decisão do tribunal, considerando-a uma vitória para os apicultores, consumidores e agricultura tradicional. Ontem, activistas da organização Amigos da Terra manifestaram-se à porta da sede da Monsanto, em Bruxelas.

Stefanie Hundsdorfer, da organização Greenpeace, fala em “poluição genética” e lembra que a decisão “salienta que as agriculturas tradicional e a transgénica não podem co-existir. Quando uma cultura OGM é plantada ao ar livre, é impossível conter a contaminação”.

José Bové, eurodeputado francês conhecido pela sua oposição aos transgénicos, vai mais longe. “Os apicultores são impotentes em evitar a contaminação do seu mel com pólen OGM. A única maneira segura é uma moratória total aos OGM na Europa”, disse, citado pelo jornal “The Guardian”.

Por seu lado, Guy Poppy, director do centro para as ciências biológicas da Universidade de Southampton, disse ao mesmo jornal que aquele “mel é tão seguro como qualquer outro. Não há qualquer questão de segurança”.
http://www.publico.pt/Mundo/apicultores-queixamse-a-tribunal-europeu-que-o-seu-mel-foi-contaminado-com-ogm-1510822
Algo importante para combater as contaminações é pedir apoio a Justiça e isso é correto, pois o governo começa a cuidar dos apicultores e assim a população pode ser salva.
Semana 2

Governo desmente risco de vazamento em central atômica
Segundo autoridades, este teria sido um acidente industrial - mas não nuclear

A central de reciclagem de material nuclear de Marcoule, no sul da França (Sebastien Nogier/Reuters)
Após uma explosão na central de reciclagem de material nuclear de Marcoule, sul da França, nesta segunda-feira, a Autoridade de Segurança Nuclear da França (ASN) e o Ministério da Energia francês informaram que não há riscos de vazamento de material radioativo. Ao menos uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas após o acidente em uma fornalha do complexo nuclear.
A central de Marcoule produz o combustível MOX, que recicla plutônio de armas nucleares, mas não inclui qualquer reator. Mesmo assim, mais cedo, bombeiros e a prefeitura da cidade avisaram que, embora não houvesse vazamento até o momento, cuidados estavam sendo tomados por conta do risco.
Já a ASN afirmou que, de acordo com as primeiras informações, explodiu um forno usado para fundir os resíduos radioativos metálicos de leve e muito leve atividade. Segundo um porta-voz da estatal Électricité de France (EDF), cuja filial Socodei opera o centro situado em Marcoule, este foi um acidente industrial, e não um acidente nuclear.

"Nesse tipo de forno, há dois tipos de resíduos: resíduos metálicos (válvulas, bombas, ferramentas) e resíduos combustíveis, como luvas ou combinações de trabalho dos técnicos", explicou a EDF. "O incêndio causado pela explosão foi controlado", acrescentou.

Esclarecimentos - A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) solicitou às autoridades francesas esclarecimentos sobre a explosão registrada nesta segunda-feira. "Estamos em uma fase muito adiantada. Pedimos mais informações às autoridades francesas. Devemos esperar e ver o que acontece", afirmou em entrevista coletiva concedida em Viena Yukiya Amano, diretor-geral da AIEA.

"Iniciamos nosso trabalho sobre este assunto imediatamente depois do acidente. Estamos pedindo informações", concluiu o responsável máximo da AIEA, a agência da ONU encarregada de zelar pelo uso seguro e pacífico da energia nuclear.
O episódio ocorreu por volta das 11h45 do horário local (6h45 de Brasília) na usina de tratamento de resíduos nucleares. A empresa francesa Areva, por sua vez, indicou que o incidente aconteceu no local onde a elétrica EDF atua. O complexo nuclear está situado junto ao rio Ródano e não longe da cidade de Orange, no departamento de Gard, cuja capital é Nîmes, perto da costa mediterrânea da França.

Devemos ter cuidado com explosões radioativas, pois podem acabar nos matando e também várias outras pessoas.
Semana 3
Índia considera que energia nuclear é vital para os países emergentes

A energia nuclear continua a ser vital para os países emergentes ou em desenvolvimento, apesar do acidente na central de Fukushima, no Japão, considerou hoje em Viena o director da agência de energia atómica indiana.
“O papel da energia nuclear, enquanto fonte de abastecimento de eletricidade segura, fiável e limpa, e enquanto resposta às preocupações relativas às alterações climáticas, não deve ser subestimado”, disse Srikumar Banerjee, durante a 55ª conferência geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

“Isso é ainda mais verdade para os países em desenvolvimento ou emergentes que queiram uma melhor qualidade de vida para as suas populações”, argumentou.

A crise de Fukushima levou vários países a rever a sua estratégia em matéria de energia. Por exemplo, a Alemanha e a Suíça decidiram abandonar, progressivamente, o nuclear. Outros, como os Estados Unidos e a França, reafirmaram o seu compromisso para com esta fonte de energia.

A China é considerada, com a Índia, como um dos principais mercados de crescimento para a energia nuclear. Segundo o jornal económico Zhongguo Zhengjuan Bao de hoje, a China prevê retomar no início de 2012 as autorizações para novos projetos de centrais nucleares, suspensos desde o acidente de Fukushima, a 11 de Março.

A conferência da AIEA, que reúne 151 países, deverá durar até sexta-feira.
A energia nuclear pode ser beneficio para a população mas deve ser feita em um país que não ocorra desastres naturais com frequência e o Japão é a prova disto.
Semana 4

Casos de doença ligada a melão contaminado devem crescer nos EUA

Até agora, 13 pessoas morreram em 18 estados, segundo o governo.
Bactéria 'Listeria monocytogenes' causa a listeriose, perigosa para grávidas.

Os casos da doença listeriose -relacionada ao consumo de melões contaminados- devem aumentar até outubro nos Estados Unidos, alertaram nesta quarta-feira (28) as autoridades sanitárias do país.
A previsão é de que mais contaminados pela bactéria Listeria monocytogenes apresentem os sintomas, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC).
Até agora, 13 pessoas morreram e 72 foram contaminadas em 18 estados do país.
A bactéria Listeria monocytogenes foi encontrada em melões contaminados na fazenda Jensen Farms, localizada na cidade de Granada, no estado de Colorado.
Com sintomas parecidos com os de gripe, a listeriose pode causar dores musculares e febre.
A doença é mais grave em grávidas - elas podem até perder o bebê ou a criança pode nascer com meningite. Segundo o CDC, idosos, recém-nascidos e adultos com as defesas do corpo enfraquecidas também são alvos mais fáceis para a infecção.
Quatro tipos diferentes da bactéria já foram detectados em até 18 dos 50 estados norte-americanos desde o início do surto, em 15 de agosto. Já as mortes aconteceram somente nos estados de Coloroado, Kansas, Maryland, Missouri, Nebraska, Novo México, Oklahoma e Texas.
A própria fazenda solicitou que seus produtos fossem recolhidos depois da agência que regula remédios e alimentos nos Estados Unidos (FDA) ter identificado a origem do foco.
O tipo de melão infectado é conhecido como Rocky Ford - nome de uma cidade no Colorado famosa por esta variedade da fruta. Mas as autoridades sanitárias do país alertam que a Listeria pode crescer em outros tipos de melões, guardados dentro ou fora da geladeira.
A contaminação de alimentos deve ser impedida rapidamente, pois isso é algo que todos nós utilizamos e se não for “remediada” esta situação pode piorar.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Agosto


Semana 1





Maré negra de cargueiro naufragado polui praias de Bombaim
08.08.2011
AFP, PÚBLICO


As praias de Bombaim, na Índia, estão poluídas com o crude libertado por um cargueiro que naufragou quinta-feira ao largo daquela região. As autoridades tentam hoje limpar a mancha negra que já tem um raio de 13 quilómetros.

Ontem, na praia de Juhu Chowpatty, em Bombaim, vários banhistas mostravam aos jornalistas as suas mãos negras com uma mistura de crude, água e areia.

Segundo a Direcção-Geral da Navegação, o organismo indiano de vigilância marítima, o crude está a escapar-se dos destroços do cargueiro “MV Rak Carrier”, com pavilhão do Panamá, à razão de 1,5 a duas toneladas por hora. A maré negra tem agora um raio de 13 quilómetros em redor do navio.

O cargueiro, com 220 metros de comprimento, transportava 60 mil toneladas de carvão mineral, cerca de 340 toneladas de fuelóleo. Seguia da Indonésia em direcção ao estado indiano de Gujarat quando, na noite de quarta para quinta-feira foi apanhado no meio de uma tempestade. Na manhã seguinte começou a naufragar. A tripulação foi resgatada pelas autoridades indianas.

Hoje, a polícia marítima e as equipas de luta contra a poluição tentam neutralizar a maré negra, utilizando produtos químicos dispersantes. As autoridades já pediram aos pescadores para evitarem aquela zona, mesmo que a actividade já estivesse proibida por causa das chuvas habituais desta altura do ano.



As praias devem se preparar, pois petroleo foi derramado e consequentemente alguns animais morrerão e ninguém deverá entrar na água para não se contaminar.












Semana 2



Radiação de Fukushima é detectada na Califórnia, afirma estudo


Nível que atingiu a Califórnia é baixo e não ameaça a população.
Registro serviu para calcular volume do vazamento ocorrido em março.


Dados coletados na costa oeste dos Estados Unidos podem ajudar a entender melhor o que aconteceu na usina nuclear de Fukushima, no Japão, no último mês de março. Após o terremoto e o tsunami que atingiram o país, reatores foram danificados, e assim ocorreu o pior acidente nuclear desde a explosão na usina soviética de Chernobyl, na atual Ucrânia, em 1986.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego (UCSD), fazia medições constantes do ar para um estudo do clima da região. Em 28 de março, os aparelhos dos cientistas norte-americanos passaram a detectar a presença de enxofre radioativo no ar, na forma de gás e de partículas.

Exatos 15 dias antes, os japoneses passavam por um momento delicado na tentativa de controlar o aquecimento dos reatores. Sem as bombas principais, eles tiveram de recorrer à água do mar para resfriar os tanques.



O contato dessa água com o reator deu origem a moléculas que continham enxofre radioativo. Por conta disso, o período em que a água do mar foi usada correspondeu aos índices mais altos. Nas correntes de ar, elas atravessaram os cerca de 8.800 km sobre o Oceano Pacífico que separam o Japão e a Califórnia e chegaram à cidade de La Jolla, perto de San Diego.

Segundo Mark Thiemens, pesquisador da UCSD que conversou com o G1, o movimento do vento pode ser considerado normal, mas nada garantia que seria possível fazer a medição na América do Norte. “Se tivesse chovido por quatro dias, ou se o vento fosse em outra direção, não teríamos nada para medir, então tivemos sorte”, reconheceu.

Sem risco
O químico explicou ainda que o nível de radiação que chegou aos EUA foi muito baixo e não oferecia nenhum risco à população. Mesmo tendo em vista locais mais próximos ao Japão, como o Havaí, ele descarta tal ameaça.

De toda forma, as medições feitas na Califórnia são de grande valia para as autoridades japonesas, pois permitem saber melhor o que aconteceu na usina. “Não dá para entrar no reator, nem para mandar um robô para dentro dele para saber como está”, disse Thiemens.

O cientista foi o autor da pesquisa publicada nesta segunda-feira (15) pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences, que calculou quanta radioatividade escapou da usina: 400 bilhões de nêutrons por metro quadrado entre 13 e 20 de março. Isso é 365 vezes a quantidade natural.

Thiemens disse ainda que esta foi uma boa oportunidade para rastrear o enxofre. Normalmente, é possível medir os níveis das substâncias no ar, mas não dá para saber de onde ele vem. Nesse caso, a radioatividade funciona como um marcador: como tinha acontecido um vazamento no Japão, o país seria a única origem de uma grande quantidade de enxofre radioativo.

“Ninguém vai provocar um vazamento radioativo de propósito, por isso essa é uma oportunidade única para estudar o ciclo do enxofre”, apontou o químico. Segundo ele, é importante estudar esse ciclo, que influencia a natureza em vários aspectos – como o clima, por exemplo.


 Com a explosão das usinas japonesas, o mundo inteiro deve se cuidar e se preparar com uma possível radiação.

Semana 3



Parte de Copenhaga sem água potável devido a poluição provocada por bactérias e-coli

20 | 08 | 2011 22.01H



Parte da capital dinamarquesa ficou hoje privada do fornecimento de água potável depois de análises terem revelado a presença de bactérias e-coli, cuja origem não foi ainda determinada, anunciaram as autoridades municipais de Copenhaga.



“Os testes realizados revelam que parte de Norrebrod e uma outra zona de Copenhaga foram afectadas”, segundo um comunicado municipal, que revela que a poluição foi detectada na sexta-feira no decurso da análise diária de rotina.

Para evitar o corte de água, os consumidores das zonas afectadas, no norte e centro da capital, foram aconselhados a fervê-la antes de beber, até que sejam conhecidos os resultados das análises de domingo.

Entretanto, foi já iniciada uma operação de limpeza na rede de distribuição de água na zona infectada e as análises efectuadas revelam uma diminuição na contaminação, segundo um comunicado municipal.


 A água é a fonte da vida do ser humano e ela é realmente necessitada mas ela está contminada e não pode ser usada.



Semana 4



  • Usinas de energia nuclear para Lua e Marte são projetadas


As primeiras usinas de energia nuclear para os futuros assentamentos na Lua e em Marte já estão a caminho, anunciou neste domingo o responsável pelo projeto no encontro anual da Sociedade Americana de Química, realizado em Denver.

James Werner, diretor do Laboratório Nacional de Idaho, do Departamento de Energia (DOE, na sigla em inglês), e sua equipe devem finalizar uma demonstração desta tecnologia no início de 2012.

A construção destas usinas serviria para produzir a eletricidade necessária para as bases permanentes - habitadas ou não - na Lua, em Marte e em outros planetas aos quais as naves espaciais conseguissem chegar no futuro.

Trata-se de um projeto conjunto entre o DOE e a Nasa (agência espacial americana), que estabeleceu como metas chegar a um asteroide em 2025 e a Marte em 2030.

Segundo explicou Werner, as novas tecnologias de fissão para a aplicação de energia a esse tipo de superfícies são muito diferentes das aplicadas a estações de energia nuclear na Terra, que necessitam de grandes espaços por suas dimensões e suas grandes estruturas, como as torres de refrigeração.

"As pessoas nunca reconheceriam o sistema de energia de fissão (em Marte ou na Lua) como um reator de energia nuclear", afirmou Werner. O cientista explicou que o sistema poderia ter aproximadamente 30,5 centímetros de largura por 61 de altura, "aproximadamente o tamanho de uma mala de mão" e não necessitaria de torres de refrigeração.

Werner afirmou que "um sistema de energia de fissão é uma unidade compacta, confiável e segura, que pode ser fundamental para a criação de bases em outros planetas".

As células fotovoltaicas e o combustível foram os pilares para a geração de eletricidade para as missões espaciais até agora, mas apesar da energia solar funcionar bem nas órbitas terrestres, os especialistas garantem que a energia nuclear oferece algumas características únicas.

"A maior diferença entre os reatores de energia solar e nuclear é que os reatores nucleares podem gerar energia em qualquer ambiente", explicou Werner. "A tecnologia de fissão nuclear não depende da luz solar, por isso é capaz de produzir grandes quantidades constantes de energia durante a noite ou em entornos hostis, como os da Lua e Marte", afirmou.

Como exemplo, indicou que um sistema de energia de fissão na Lua poderia gerar 40 quilowatts ou mais de energia elétrica, aproximadamente a mesma quantidade de energia necessária para alimentar oito casas na Terra.

"A tecnologia de fissão nuclear pode ser aplicada na Lua, em Marte ou onde a Nasa necessitar de energia contínua", indicou Werner.


 Com novas usinas, não necessitaremos criar mais usinas nucleares, mas não devemos acabar com a lua ou com Marte.